domingo, 1 de fevereiro de 2009

Conserva de pepinos (receita da Douba)


Esta receita é da Douba, uma amiga que conheci pelo Orkut. Como boa libanesa, tem a mão cheia para receitas árabes e agradeço aqui por toda sua paciência e carinho em ensinar sem restrições suas receitas e segredos. Muito do que não sabia fazer ou não foi ensinado pela família de meu marido aprendi com ela.
Esta receita, como verão, acabei modificando ao meu gosto, mas deixo na versão original e junto minhas observações já experimentadas.
10 pepinos japoneses
2 copos de água
5 copos de vinagre branco
3 colheres de sobremesa de sal grosso
1 colher de sopa de pimentas em grãos
folhas de louro
Ferva a água, sal e o vinagre e deixe amornar.
Arrume os pepinos, folhas de louro e pimentas em vidro esterilizado e despeje a salmoura. Dê leves batidas no vidro para retirar as bolhas de ar e tampe. Guarde em local protegido da luz e do calor, fora da geladeira.
Pode ser usada para cenoura, couve-flor, pimentão entre outros vegetais.
Eis a receita original de minha amiga da comunidade do Orkut.
Já eu, depois do teste inicial fiz as seguintes mudanças:
Tirei 1 copo do vinagre e substitui por 1 copo de água, pois achei muito azedo.
Diminui uma colher de sal.
Acrescentei 2 dentes de alho descascados e um ramo de endro fresco higienizado e seco quando arrumei os pepinos. Ficou ainda melhor.
Eu deixo fermentar por pelo menos 15 dias antes de começar a utilizar. Por precaução, depois desse período ponho tudo na geladeira, mesmo os potes que não foram abertos.

Kaak

Receitinha sefa(radi), que está presente em toda casa de famílias de origem judaica oriental que se prezem (menos na minha, porque não tenho secretária para fazer e aqui judeu mesmo só o marido).
Geralmente se serve esse biscoito crocante, perfumado e cheio de especiarias com um bom cafezinho (turco, de preferência).
No Rosh Hashaná e Yom Kipur não pode faltar e é quando não tenho escapatória e tenho de fazer, senão não é festa (segundo o marido, viciado em kaak).


3/4 de copo (americano) de óleo (canola, girassol ou de soja mesmo).
500g de farinha de trigo aproximadamente.
2 tabletes de fermento biológico
100g de manteiga (não vale margarina) derretida.
1 copo (americano) de água morna
sal a gosto (vai uma colher de sopa generosa de sal, mais ou menos)
sementes de coentro e cominho tostadas e batidas grosseiramente no pilão (um bom punhado de cada)
sementes de erva doce (um punhado e meio).
Para polvilhar:
1 ovo batido ou 1 clara batida
gergelim cru
Dissolva o fermento na água morna e incorpore os outros ingredientes líquidos. Junte a farinha pouco a pouco, até limpar as mãos, ou seja, a massa desgrudar toda. Deixe crescer, tampada com pano de prato em local protegido por 2 horas.
Faça cordões com 0,5 centímetro de espessura(bem fininho, pois cresce ao assar) e forme pequenas rosquinhas(com uns 5cm de diâmetro), apertando bem as pontas para não desmanchar. Pincele o ovo no lado superior e passe no gergelim. Arrume em assadeira, de preferência forrada de papel manteiga para não queimar o fundo e asse em forno pré aquecido, temperatura média para quente até dourarem.
Observações: a farinha tem quantidade aproximada pois o ponto depende da um umidade do ar quando os kaaks forem preparados.
Eu normalmente não unto a forma porque na massa vai bastante gordura e por isso não gruda.

Bolo de Bananas

Este bolo é super fácil e ficou fofo e leve. Vi no programa Mesa para Dois da GNT e logo resolvi testar.
Abaixo segue a receita do site do programa e depois as mudanças que fiz.
06 Bananas d'água03 xícaras de Açúcar½ xícara de óleo de canola ou girassol03 Ovos02 xicaras de farinha de rosca01 colheres (sopa) de fermento em pó01 colher (sopa) de Manteiga sem sal * para untar a forma- Modo de fazerBater no liquidificador a banana, o açúcar, os ovos e o óleo.Num bowl misturar a farinha de rosca e o fermento em pó. Acrescentar a mistura anterior e mexer até misturar bem.Despejar a mistura numa forma untada com manteiga sem sal.
Primeiramente, troquei as bananas d´água por 5 bananas nanicas. Segui a dica da Flávia Quaresma que no programa juntou no final da mistura, 6 bananas-passa picadas à massa. Foi o toque que deixou o bolo uma delícia. Além de untar com manteiga, polvilhei farinha de rosca na fôrma.
Mas como gosto de experiências, na próxima vez que fizer essa receita vou testar outra mudança que a Flávia fez no programa e que não pude seguir porque não tinha o ingrediente à mão: substituir metade do açúcar branco por mascavo. O bolo dela ficou com uma cor linda! Outra coisa é que vou polvilhar junto com o açúcar confeiteiro um pouco de canela em pó, que acho uma combinação maravilhosa.