Esse prato me traz a lembrança da última refeição que meu avô materno fez em nossa casa antes de partir. Ele vivia com minha tia, mas veio passar uns dias conosco. Minha mãe sabia que era um dos pratos preferidos dele e fez.
Eu nunca tinha dado muita atenção, mas provei com ele e adorei, apesar de ser peixe (quando era criança não gostava muito de peixes e frutos do mar e a primeira vez que experimentei um sashimi foi aos 17 anos).
No feriado fui à feira e vi sardinhas bonitas e perguntei à mamãe se poderia me ensinar a fazer as sardinhas que o ditchan gostava. Pedi que o peixeiro que limpasse os peixes e fizesse filés.
Bem, a receita é de uma simplicidade tal, mas o resultado é super saboroso. Andei pesquisando na net e tem muita gente que consome como se fosse um sashimi com shoyu, wasabi e gengibre ou comem só com shoyu e cebolinha picada. Mas o que acontece é que ele é cozido com a acidez do vinagre do mesmo modo que os ceviches.
Os ingredientes são:
-filés de sardinhas limpas e sem pele (isso dá um trabalhinho, mas segundo meu avô, o namagussai - cheiro de peixe - vem da pele) e secas com papel absorvente para tirar o excesso de água de quando você lava o peixe.
- vinagre de arroz o quanto baste
-sal refinado o quando baste
Simplesmente salgue sem exageros dos dois lados dos filés de sardinhas, arrume num refratário e cubra com o vinagre. Caso o vinagre utilizado tenha alta acidez, dilua um pouco de água. Deixe na geladeira, tampada com filme plástico por no mínimo 6 horas. Minha mãe prefere bem curada e me ensinou que de um dia para outro já fica no ponto. A carne fica firme e esbranquiçada, como se tivesse sido cozida.
Temperei arroz japonês que foi cozido em água e temperei com uma mistura de água, sal, açúcar e vinagre de arroz. Fiz sushis e arrumei um filé de sardinha marinada sobre cada bolinho. Consumi como sushi, acompanhado de shoyu e wasabi.
Eu usei na verdade vinagre de vinho branco, pois qualquer vinagre claro serve para o preparo já que antigamente se usava o ácido acético diluído em água para preparar esse prato, bem como para temperar o arroz dos sushis. Hoje essa substância tem a venda controlada e ficou mais difícil comprar ao mesmo tempo que o vinagre de arroz ficou mais popular no Brasil. Eu prefiro o ácido, pois fica mais forte sem ficar aguado, principalmente para temperar o arroz do sushi.
Matei a vontade e aprendi a fazer um prato milenar japonês.
Experiências na cozinha e no cotidiano, coisas que faço fora da cozinha e que fazem bem à alma, às papilas gustativas e aos olhos.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Lúbia ou loubia (feijão verde à moda egípcia)

Esse prato é simples e muito saboroso e para os veggans de plantão, não vai carne nenhuma.
500 g de feijão verde escolhido, limpo e lavado.
água o quanto baste
1 tomate maduro picado
1 cebola grande picada
pimenta do reino
pimenta síria
cominho em pó a gosto
coentro em pó a gosto
sal
azeite
Taareya:
3 dentes de alho amassados
1 maço de coentro picado
Refogue a cebola até ficar bem dourada, junte o tomate e os temperos. Acrescente os feijões e cubra com água. Cozinhe até ficarem macios.
Taareya: eis um tempero típico dos egípcios. Quase todos os cozidos e sopas levam esse tempero que dá um sabor especial ao prato (molokhia, favas, cozidos, etc.). Mas é para quem gosta de coentro, pois vai muito. Consiste em fritar o alho até dourar e juntar o coentro e refogar até começar a murchar. Junte ao feijão e deixe apurar. Sirva com arroz com aletria.
500 g de feijão verde escolhido, limpo e lavado.
água o quanto baste
1 tomate maduro picado
1 cebola grande picada
pimenta do reino
pimenta síria
cominho em pó a gosto
coentro em pó a gosto
sal
azeite
Taareya:
3 dentes de alho amassados
1 maço de coentro picado
Refogue a cebola até ficar bem dourada, junte o tomate e os temperos. Acrescente os feijões e cubra com água. Cozinhe até ficarem macios.
Taareya: eis um tempero típico dos egípcios. Quase todos os cozidos e sopas levam esse tempero que dá um sabor especial ao prato (molokhia, favas, cozidos, etc.). Mas é para quem gosta de coentro, pois vai muito. Consiste em fritar o alho até dourar e juntar o coentro e refogar até começar a murchar. Junte ao feijão e deixe apurar. Sirva com arroz com aletria.
sábado, 28 de março de 2009
Amendoim açucarado
É aquele amendoim coberto de açúcar que quando a gente começa a comer, não pára.
A receita é da "tia da Vila Maria", super fácil de fazer, mas tem uns pulos do gato.
1 copo americano de amendoim cru e com casca (é o que vai dar a cor)
1 copo americano de açúcar cristal ou refinado
1 copo americano de água
1 pitada de bicarbonato de sódio.
Coloque tudo numa panela e misture. Leve ao fogo, mexendo de vez em quando. Lembre que é preciso açucarar.
E ele vai açucarar em duas etapas. A primeira, a calda virará um açúcar rosado e separado do amendoim. Em seguida, ele vai derreter de novo numa calda escura, no tom da pele de amendoim. Nesse momento vai precisar ficar mexendo bem e sempre para não queimar e para o açúcar envolver os amendoins e quando secar de novo e açucarar (dessa vez o açucarado ficará grudado no amendoim), é só desligar e jogar num mármore para esfriar.
O mesmo processo pode ser feito com coco em cubos e castanha de caju.
A receita é da "tia da Vila Maria", super fácil de fazer, mas tem uns pulos do gato.
1 copo americano de amendoim cru e com casca (é o que vai dar a cor)
1 copo americano de açúcar cristal ou refinado
1 copo americano de água
1 pitada de bicarbonato de sódio.
Coloque tudo numa panela e misture. Leve ao fogo, mexendo de vez em quando. Lembre que é preciso açucarar.
E ele vai açucarar em duas etapas. A primeira, a calda virará um açúcar rosado e separado do amendoim. Em seguida, ele vai derreter de novo numa calda escura, no tom da pele de amendoim. Nesse momento vai precisar ficar mexendo bem e sempre para não queimar e para o açúcar envolver os amendoins e quando secar de novo e açucarar (dessa vez o açucarado ficará grudado no amendoim), é só desligar e jogar num mármore para esfriar.
O mesmo processo pode ser feito com coco em cubos e castanha de caju.
sábado, 21 de março de 2009
Chef do 3 estrelas

Mais uma vez o jovem chef Axel Manes veio ao Brasil especialmente para desenvolver um cardápio e treinar a equipe do buffet. Mais uma vez, comida impecável e simpatia do chef.....e eu estava lá de novo!
Delícia provar pratos requintados que antes nunca poderia degustar (já disse, me faltam $$$$$).
Joël Robuchon e o seu L´Atelier ostentam 3 estrelas do Guia Michelin e seus pratos e preços fazem jus a tal premiação.

A decoração requintada feita pelo Carlos Decorações dava a imagem do que seria degustado, numa decoração de antúrios raros, verdes e vermelhos em arranjos gigantescos e impactantes. Simplesmente lindos.
Entradas: Carpacio de namorado, sopa de melão rosa e grissinis de presunto de Parma, Peixe branco recheado de legumes crocantes, espuma de aspargos com salmão defumado (delicioso), Atum Vermelho com Vinagrete Leve de Manga e Abacate, creme de couve-flor com geléia de caviar (delicioso 2, mas na verdade eram ovas de salmão) e tarte de cavalinha parmezane e azeitonas pretas.
Pratos quentes: Conchigliones recheados de lagostines e salsão, frango sobre beringelas gratinadas, Filé mignon com um molho à base de vinho (não lembro do nome), Choux farci com ossobuco de vitela trufado (o melhor da noite), Robalo com massa (uma folha de massa multicolorida listrada com tintura de lula, beterraba, espinafre e massa pura) acompanhado com molho (leve e delicado, ressaltando bem o peixe).
Sobremesas: Esfera de Chocolate e Mouse de Avelã, Torta de Canela, original do Atelier M. Joel Robuchon (maravilhoso), Mousse de frutas exóticas com papillon de chocolate branco (linda apresentação) e Mil Folhas Parisiense com Frutas Vermelhas. Vale ressaltar que a parte de patisserie teve também a mão do chef patissier do buffet, Phillippe Soffietti.
Boas conversas com o pessoal do França e amigos, boa comida, um bom vinho e muito champagne Chandon. Conclusão: noite perfeita.
Dessa vez, o evento foi bem comentado na mídia. Vou colocar uns links para quem quiser ver e ler mais detalhes, porque eu fui para degustar e prestigiar essa casa onde temos vários amigos e não tirei foto nenhuma.
Glamurama
Wish Online, da Olga.
RG Vogue
Estadão
Gazeta Mercantil
Blog Petit-comite (ela tirou fotos lindas).
Galeria de fotos IG Gente
quarta-feira, 11 de março de 2009
Hortinha

Eu nasci e cresci na cidade. Mas sempre foi na periferia. Isso lá teve suas desvantagens, mas consigo ver algumas vantagens. Sempre tinha mato, terrenos baldios, pequenas chácaras que teimavam em sobreviver no meio da cidade que avançava. Eu adorava brincar com plantinhas, "caçar" insetos, roubar cana e admirar pequenas hortas. Até arriscava subir no pé de jabuticaba raquítico do vizinho. Minha mãe sempre gostou de plantinhas e me ensinou alguma coisa, que aprendeu com a avó dela, autodidata, que tinha uma linda horta no quintal, quando moravam no interior.
Moro praticamente no centro, mas numa casa. O meu quintal é todo revestido de piso, então todas as plantas (da minha mãe) estão em vasinhos.
Essa minha mania de cozinhar fez renascer esse meu gosto de mexer com plantinhas, em especial ervas e temperos. O. K., todo alecrim que cai na minha mão eu mato, coitado. Nunca vingou nenhum. Aliás, no feriado obriguei o marido a comprar mudinhas de temperos (orégano, alecrim - de novo-, tomilho, tomilho limão e sálvia). Morreram todas, uma a uma. :(

Mas a minha pimenteira está linda de morrer. Enorme. Todo ano fica carregada e ainda tenho pimentinhas da última "safra". Ela está plantada num vaso gigante que meu marido comprou no CEASA, e junto dele minha mãe plantou um hortelã que está lutando para sobreviver bravamente (eis outra erva que matamos sempre, eu e mamãe).

Há alguns meses atrás, para fazer o Orange Chicken, comprei um belo gengibre e sobrou bastante. A preguiça bateu, não quis fazer gari e minha mãe me contou que a avó dela, para conservar e ter sempre, enterrava o gengibre na terra.
Moro praticamente no centro, mas numa casa. O meu quintal é todo revestido de piso, então todas as plantas (da minha mãe) estão em vasinhos.
Essa minha mania de cozinhar fez renascer esse meu gosto de mexer com plantinhas, em especial ervas e temperos. O. K., todo alecrim que cai na minha mão eu mato, coitado. Nunca vingou nenhum. Aliás, no feriado obriguei o marido a comprar mudinhas de temperos (orégano, alecrim - de novo-, tomilho, tomilho limão e sálvia). Morreram todas, uma a uma. :(

Mas a minha pimenteira está linda de morrer. Enorme. Todo ano fica carregada e ainda tenho pimentinhas da última "safra". Ela está plantada num vaso gigante que meu marido comprou no CEASA, e junto dele minha mãe plantou um hortelã que está lutando para sobreviver bravamente (eis outra erva que matamos sempre, eu e mamãe).

Há alguns meses atrás, para fazer o Orange Chicken, comprei um belo gengibre e sobrou bastante. A preguiça bateu, não quis fazer gari e minha mãe me contou que a avó dela, para conservar e ter sempre, enterrava o gengibre na terra.
E lá fui eu enterrar o resto do gengibre. Virou uma planta enorme e as raízes se multiplicaram. Agora brotou um botão, que vai virar uma flor. Estou super curiosa para ver. Mamãe disse que é linda, branquinha.
Agora tenho gengibre fresco todo ano e descobri que as folhas dão um toque suave também. Coloco em cozidos, sobre carnes para assar, enfim, estou inventando.

Agora tenho gengibre fresco todo ano e descobri que as folhas dão um toque suave também. Coloco em cozidos, sobre carnes para assar, enfim, estou inventando.

Vou esperar o outono e tentar comprar mudas de ervas de novo. As últimas torraram com o calor dos últimos tempos.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Tajine de boeuf au potiron et aux courgettes (tajine de carne com abóbora e abobrinhas)
Desde que descobri o mundo das especiarias adoro fazer comida com sotaque árabe. Esse prato é delicioso e fácil de fazer. Na versão original, precisamos de uma tajine (panela de barro com tampa cônica típica dos países da região do Magreb - Marros, Líbia, Argélia), mas podemos substituir por uma panela de pressão. A panela tajine é uma versão primitiva da panela de pressão, mas de cocção mais lenta.
Enquanto não compro a minha tagine, vou de pressão mesmo.
Devo acrescentar que me inspirei na Tasca da Elvira e outros blogs. Porém, ontem navegando pelo Orkut, encontrei uma receita postada pela Lu Farah que é muito parecida e eu não poderia deixar de citar, pois o post dela é antigo e certamente devo ter visto, pois sempre acompanho essa comunidade.
Serve 6 pessoas que comem bem se for o prato único, ou 10 se forem servidos mezes de entrada.
1 Kg de miolo de acém em cubos
1/2 abóbora japonesa (kabotchan) em cubos grandes
3 cebolas médias picadas
2 abobrinhas italianas em rodelas grossas ou palitos grossos
1 lata de grão-de-bico cozido sem a água.
1 tomate maduro picado
1 pedaço pequeno de gengibre ralado
1/2 maço de coentro picado
3 dentes de alho grandes picados
1 colher de sobremesa de has el hanout
1 colher de chá de coentro em pó
1 colher de chá de cominho em pó
1/2 colher de chá de sementes de erva-doce em pó (é só tostar levemente e pilar)
1 colher de chá rasa de curcuma ou pistilos de açafrão (eu pus os dois)
1 colher de chá de páprica picante
1 anis estrelado
pimenta calabresa a gosto
sal a gosto
azeite
caldo de carne ou galinha ou água quente o suficiente.
Acompanhamento: couscous marroquino com salsinha picada (siga as instruções da embalagem e por fim junte um punhado de salsinha picada antes de servir). Usei 500g de couscous seco que preparei conforme a embalagem.
Aqueça o azeite e frite as cebolas até dourarem. Separe 2/3 e reserve. Ao restante da cebola frita, junte metade do alho e deixe dourar, junte o gengibre e a carne. Sele a carne, junte o tomate e as especiarias, sal, um punhado do coentro picado e reserve o resto do coentro. Junte o caldo até cobrir, tampe a panela e cozinhe por 30 minutos.
Junte a abóbora, veja se o caldo cobre os vegetais. Se necessário, acrescente mais água e volte a cozinhar na pressão por mais 12 minutos.
Em outra panela, aqueça o azeite, doure o restante do alho e junte o restante do coentro picado. Refogue até começar a murchar.
Retire as abóboras e reserve.
Junte o refogado do coentro e o resto da cebola frita à carne. Prove o tempero. Coloque as abobrinhas e o grão-de-bico e deixe cozinhar até a abobrinha ficar al dente.
Coloque a carne num refratário de servir, arrume as batatas e abóboras cozidas por cima. (Se estiverem frias, cubra com papel alumínio e leve ao forno para aquecer, pois reservo elas para não acabarem se quebrando no processo de cozimento e monto o prato com os pedaços de abóbora por cima, pois quem não gosta, não pega).
Como é um prato bem condimentado, se alguma das especiarias não forem do agrado, diminua a quantidade ou retire do preparo.
Sirva com o couscous.
Enquanto não compro a minha tagine, vou de pressão mesmo.
Devo acrescentar que me inspirei na Tasca da Elvira e outros blogs. Porém, ontem navegando pelo Orkut, encontrei uma receita postada pela Lu Farah que é muito parecida e eu não poderia deixar de citar, pois o post dela é antigo e certamente devo ter visto, pois sempre acompanho essa comunidade.
Serve 6 pessoas que comem bem se for o prato único, ou 10 se forem servidos mezes de entrada.
1 Kg de miolo de acém em cubos
1/2 abóbora japonesa (kabotchan) em cubos grandes
3 cebolas médias picadas
2 abobrinhas italianas em rodelas grossas ou palitos grossos
1 lata de grão-de-bico cozido sem a água.
1 tomate maduro picado
1 pedaço pequeno de gengibre ralado
1/2 maço de coentro picado
3 dentes de alho grandes picados
1 colher de sobremesa de has el hanout
1 colher de chá de coentro em pó
1 colher de chá de cominho em pó
1/2 colher de chá de sementes de erva-doce em pó (é só tostar levemente e pilar)
1 colher de chá rasa de curcuma ou pistilos de açafrão (eu pus os dois)
1 colher de chá de páprica picante
1 anis estrelado
pimenta calabresa a gosto
sal a gosto
azeite
caldo de carne ou galinha ou água quente o suficiente.
Acompanhamento: couscous marroquino com salsinha picada (siga as instruções da embalagem e por fim junte um punhado de salsinha picada antes de servir). Usei 500g de couscous seco que preparei conforme a embalagem.
Aqueça o azeite e frite as cebolas até dourarem. Separe 2/3 e reserve. Ao restante da cebola frita, junte metade do alho e deixe dourar, junte o gengibre e a carne. Sele a carne, junte o tomate e as especiarias, sal, um punhado do coentro picado e reserve o resto do coentro. Junte o caldo até cobrir, tampe a panela e cozinhe por 30 minutos.
Junte a abóbora, veja se o caldo cobre os vegetais. Se necessário, acrescente mais água e volte a cozinhar na pressão por mais 12 minutos.
Em outra panela, aqueça o azeite, doure o restante do alho e junte o restante do coentro picado. Refogue até começar a murchar.
Retire as abóboras e reserve.
Junte o refogado do coentro e o resto da cebola frita à carne. Prove o tempero. Coloque as abobrinhas e o grão-de-bico e deixe cozinhar até a abobrinha ficar al dente.
Coloque a carne num refratário de servir, arrume as batatas e abóboras cozidas por cima. (Se estiverem frias, cubra com papel alumínio e leve ao forno para aquecer, pois reservo elas para não acabarem se quebrando no processo de cozimento e monto o prato com os pedaços de abóbora por cima, pois quem não gosta, não pega).
Como é um prato bem condimentado, se alguma das especiarias não forem do agrado, diminua a quantidade ou retire do preparo.
Sirva com o couscous.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O que faço fora da cozinha..

Além de gostar de cozinhar, adoro trabalhar com as mãos. Desde pequena faço artesanato incentivada por minha mãe que também tem uma mão maravilhosa.
Dentre as várias técnicas que faço, atualmente estou montando pingentes para amarrar e enfeitar cortinas.
A técnica foi garimpada na net e entre livros especializados que fui achando sobre o assunto e agregada à uma noção que eu já tinha de macramê. Quase comprei um livro importado, mas acabei desistindo. Me deixei levar pela intuição (coisa de pisciana?) e acho que ficou um trabalho interessante.
São feitos em fio de seda e contas grandes de acrílico e algum detalhe em contas metalizadas.

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